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segunda-feira, 11 de junho de 2012

Príncipio da Fé

A partir da rebeldia de Adão, o mundo entrou em crise espiritual e, consequentemente, moral. Sem a direção Divina, a humanidade desenvolveu a idolatria, a indisciplina e a desordem. Para dar nova chance à humanidade o Senhor teria de enviar Seu Filho para morrer por ela. Mas, como gerar Jesus num mundo idólatra? Como gerar o Santo Filho de Deus no meio do pecado? Então, o Senhor resolveu gerar, primeiro, um povo separado dos demais povos pagãos. Abraão foi o único que atendia ao plano Divino. Sua fé relacionada à inteligência se adequava à parceria com Deus. Deus é espírito, sabedoria, inteligência, razão… A comunhão com Ele exige uma fé relacionada ao intelecto. Abraão raciocinava. Preferia o ateísmo a acreditar nos deuses criados pela arte e imaginação humana. Deus escolheu Abraão porque ele pensava. Usava o raciocínio para escolher e não o coração. Mesmo assim, para fazer dele uma nação, tinha de retirá-lo de seu mundo particular. Do contrário, influenciado pelos familiares e costumes pagãos daquela sociedade, não teria ouvidos para prestar atenção à voz de Deus. A primeira prova de sua fé foi o sacrifício de deixar a terra do pecado, deixar os familiares e até renunciar a liderança de seu clã. Esse mesmo critério no processo seletivo dos filhos de Deus se aplica nos dias atuais. Jesus disse: “Se alguém quer vir após Mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-Me.” Mateus 16.24 Na parceria com Deus não há uma terceira pessoa. Ou Ele é o Primeiro na vida ou não faz parte dela. Para se ter a honra de tê-Lo como SENHOR, Ele exige ser o Primeiro, a Primícia na vida... É como Jesus diz: “Quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a Mim não é digno de Mim; quem ama seu filho ou sua filha mais do que a Mim não é digno de Mim; e quem não toma a sua cruz e vem após Mim não é digno de Mim. Quem acha a sua vida perdê-la-á; quem, todavia, perde a vida por Minha causa achá-la-á.” Mateus 10.37-3  

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