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quarta-feira, 18 de junho de 2014

Há Bênção com Desgostos?


A bênção do SENHOR enriquece, e, com ela, Ele não traz desgosto. Provérbios 10.22
À primeira vista, este versículo soa como chover no molhado.
A bênção do SENHOR por si só já enriquece e, por isso mesmo, jamais traz desgosto.
Mas nem todos entendem a extensão desta palavra.
Acreditam que as bênçãos (promessas) vêm como as chuvas.
Acreditam que a conquista fácil é sinal da aprovação do SENHOR.
Exemplo
Uma jovem senhora confessou: "Orei, jejuei, clamei para ter um homem de Deus como marido.
Um dia, do nada, cruzei com alguém que reunia as condições que buscava.
Facilidades
Inteligente, excelente formação acadêmica, sucesso profissional, bom nome na alta sociedade e tudo o mais que garantiria a tão sonhada felicidade.
“Sinal" de Deus?
Todos os que o conheciam me diziam: "Puxa, demorou, mas você acertou em cheio, hein?!"
Casamos com requintes da realeza. Só faltou carruagem...
Eu me sentia a mulher mais feliz do mundo até a primeira noite de lua de mel, quando ele confessou ser gay.
Punição de Deus?
Senti como se o mundo desabasse sobre a minha cabeça.
Nos anos seguintes vivia perguntando: Por que, meu Deus? Por quê? Onde eu errei?
A bênção virou maldição, e o príncipe virou sapo.
Não está escrito que a bênção do SENHOR enriquece? E, com ela, o SENHOR não traz desgosto?
Como pode? Por que permitiste isso?
O engano
A falta de discernimento espiritual confunde até os mais sábios.
O erro fatal foi apoiar sua fé no “príncipe”, achando que era resposta de Deus.
Iludida pela suposta “fé”
De todo o coração acreditou que as facilidades evidentes eram sinais evidentes da aprovação Divina.
Fé inteligente
Tudo é possível pela fé.
Mas o uso da fé associado ao desprezo da vontade de Deus é desgosto certo.
Com certeza, o casamento dela não foi da vontade do SENHOR.
Se o fosse, não haveria o desgosto.
Quem vive na fé tem de discernir o que é e o que não é de Deus.
Se há facilidades, desconfie, pare e espere.
Dê tempo ao tempo até estar absolutamente seguro da vontade de Deus.
Se há dificuldades, então as chances de ser da vontade de Deus são grandes.
Aprendizado
Aprendi que as bênçãos sempre são precedidas por dificuldades.
Quanto maiores as dificuldades, maiores as bênçãos.
As respostas Divinas nunca vêm embrulhadas como presentes.
Antes, elas vêm na base do sacrifício de suor, sangue e lágrimas.
A história
Foi assim no passado, é assim no presente e o será no futuro.
Que herói da fé tomou posse das promessas Divinas na base do uso de mentiras ou enganos?
Leia, medite e tire sua própria conclusão:
Tornou Jesus: Em verdade vos digo que ninguém há que tenha deixado casa, ou irmãos, ou irmãs, ou mãe, ou pai, ou filhos, ou campos por amor de Mim e por amor do Evangelho, que não receba, já no presente, o cêntuplo de casas, irmãos, irmãs, mães, filhos e campos, com perseguições; e, no mundo por vir, a vida eterna. Marcos 10.29,30

terça-feira, 17 de junho de 2014

O que as pessoas pensam de mim?

 http://www.renatocardoso.com/blog/wp-content/uploads/2013/05/Peixe_.jpg
O importante não é o que as pessoas pensam de você, mas sim o que você pensa delas. 
Você nunca terá controle sobre o que as pessoas pensam. Elas são livres para desenvolver qualquer pensamento que lhes agrade em seus próprios cérebros. Preocupar-se com a opinião alheia a seu respeito, emitida ou não, é como preocupar-se com o que os peixes estão fazendo lá no fundo do mar agora, neste exato momento. Não vai mudar nada. Os peixes vão continuar nadando e as pessoas pensando o que quiserem.
Já o que você pensa delas — isso sim importa. Importa porque afeta sua maneira de agir. Você pode se portar timidamente ou não tomar uma atitude com medo do que vão pensar de você. Importa porque o seu coração pode ficar sujo com pensamentos ruins sobre elas. Invejas, mágoas, maus olhos são apenas algumas coisas que surgem como resultado do que você pensa a respeito delas.
Portanto, aprenda a cuidar do que você tem pensado a respeito das pessoas e não do que elas pensam de você.

terça-feira, 10 de junho de 2014

Você sabe quem foi Jay Gatsby?


Um dos homens mais ricos de Nova York nos anos 1920, que começou com a vida sendo pobre, mas com sua determinação se tornou um herói de guerra, contrabandista, e mais importante Bilionário e também considerado um exemplo por muitos empresários americanos até hoje.Mas isso não importa agora, porque neste texto não vamos falar sobre seus feitos e sim sobre o seu maior ERRO.
Jay Gatsby foi um militar que durante a 1ª Guerra Mundial se tornou um herói com o título de Major. Depois da guerra, ele enriquece com o intuito de reconquistar sua velha paixão da faculdade (Daisy Cody), que infelizmente já estava comprometida, porém Gatsby não se importava com seu casamento afinal o homem que estava com ela(Tom Buchanan) não tinha nem um quarto da sua riqueza – o que na opinião de Gatsby era o suficiente para ter Daisy.
No fim das contas, Jay consegue chamar a atenção de Daisy e quando se encontram entregam-se àquela velha paixão. Alguns meses depois, vivendo ocultamente com Daisy, Gatsby pede a ela que deixe o esposo para viver com ele, Daisy fica indecisa e preocupada com esse pedido, mas acaba aceitando por ele insistir tanto.
Daisy não consegue falar a verdade ao marido e então carregando toda essa pressão em um dia simples acaba atropelando por acidente uma mulher. Gatsby amava muito Daisy e estava disposto a sacrificar tudo por ela, por isso ao se conscientizar do acidente resolve assumir a culpa por Daisy. Horas depois Gatsby é assassinado pelo esposo da mulher do acidente.
E então amigo, já descobriu qual foi o maior erro do Gatsby?

Ele colocou Daisy acima dele, contou realmente com a pessoa que mais amava, mas a única pessoa em que podemos tanto amar quanto confiar 100% é Deus. Todos nós devemos amar a Deus porque somente “Ele é digno de receber a honra, a glória, a força e o poder”.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Do Tráfico para o Altar

Cresci vendo o meu pai chegar embriagado e brigar com todos em casa, por conta disso, eu gostava mais de estar na rua do que em casa, pois toda aquela situação me deixava com muita raiva. As confusões eram uma rotina na família desde que eu era pequeno.
Mesmo tendo conhecimento dos efeitos devastadores do consumo do álcool, aos 12 anos experimentei a bebida pela primeira vez. Fui crescendo com uma revolta dentro de mim. Sentia-me feliz na rua e ficava imaginando como seria ao chegar em casa, pois sabia que iria presenciar discussões e brigas. Mesmo vendo o transtorno que a bebida trazia a minha casa, resolvi beber também.
O desejo de viver experiências mais fortes, fez com que eu migrasse da bebida para as drogas. Comecei usando maconha, mas quando a maconha não me proporcionou mais o efeito esperado, passei a utilizar a cocaína. A partir daí, passei a me aprofundar no mundo do crime.
A criança que antes assistia às confusões dos pais passou a ser a razão das desavenças em casa. E o ódio só aumentava. Cheguei a ter vontade de matar meu próprio pai! Apontei a arma para ele, mas não conseguiu apertar o gatilho.
Minha ascensão no submundo foi muito rápida, ainda adolescente comandei um ponto de venda de drogas no bairro onde morava. Possuía diversas armas e o armário de roupas era o esconderijo do arsenal. Isso me fazia sentir poderoso! Mas quando deitava pra dormir, os complexos vinham à tona. Vivia o dilema de ser respeitado pelo poder que tinha e a frustração por não ser aceito como eu gostaria.
Sofri uma tentativa de assassinato por parte de um traficante rival, mas a arma não disparou e consegui escapar ileso. Em outro momento, cinco homens se aproximaram para por fim a minha vida e de um colega. Os marginais não nos enxergaram, mesmo estando um de frente para o outro. Ali eu vi a mão de Deus me protegendo! Minha mãe já buscava por mim na igreja, mas nem assim eu me rendi.
Minha vida sentimental também era bastante conturbada, não conseguia dar certo com ninguém e sofria muito com isso.
Os anos se passaram e nada mudava na vida minha vida. Vi muitos colegas morrerem, mas mesmo assim, não mudava minha conduta.
Até que um dia resolvi ir à Universal. Cheguei drogado, sem perspectivas. Para mim, eu não tinha mais jeito. Sem profissão, me vi amargurado e desacreditado. Não via saída para a minha própria vida.
Mas na Universal recebi um tratamento diferente. As pessoas me atendiam bem, me respeitavam, eles demonstravam acreditar no meu potencial.
A partir daí comecei a dar meus primeiros passos em direção a Deus. De repente, me vi com nojo das drogas e buscando ardentemente o encontro com Deus. E quando tive esse encontro, passei a viver nova vida. Me libertei definitivamente das drogas e do crime, fui livre de complexos, mágoas e me tornei um novo homem. Hoje tenho uma vida transformada, sou casado e pastor da Universal, e ajudo pessoas que estão como um dia eu estive, a fim de que se libertem e tenham a oportunidade de uma nova vida.
Rafael Moura