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sábado, 26 de janeiro de 2013

No Último Dia, O Grande Dia A Festa


Quanto vale uma alma? E se ela for de um ente querido? E se for de toda a família?
Claro, não há nada neste mundo comparável ao valor de uma alma.
Mas a mortandade tem corrido frouxa neste mundo.
Por coisas banais ou míseros reais tira-se a vida de pessoas.
Somente Deus, os nascidos do Espírito Santo e o diabo sabem o valor de uma alma.
O rei de Sodoma, simbolizando Satanás, disse a Abraão:
Dá-me as pessoas, e os bens ficarão contigo. Gênesis 14.21
Isso dá uma ideia do alvo satânico neste mundo.
Segundo a Lei de Moisés, todo o primeiro filho do casal seria dedicado ou consagrado ao Senhor.
primeiro filho homem, primícias do casal, era dedicado ao Senhor.
Este menino, como dízimo, tornava-se propriedade peculiar do Senhor Deus.
Ao oitavo dia de nascido celebrava-se então, sua consagração.
Naquela altura, os pais teriam de apresentar os votos de sacrifícios por ocasião da consagração. Cada casal, de acordo com as suas posses, fazia a sua oferta.
Por mais pobre que fosse o casal, ainda assim, teria de oferecer um sacrifício.
Todo primogênito ao Senhor será consagrado; e para oferecer um sacrifício, segundo o que está escrito na referida Lei: Um par de rolas ou dois pombinhos. Lucas 2.23,24
Isso aconteceu com o menino Jesus.
Um par de rolas ou dois pombinhos eram o mínimo que deveriam oferecer a Deus.
Louvado seja o Nome do Senhor que nos abriu a porta para consagrar ou dedicar qualquer pessoa para Ele, indepentemente de ser ou não o primogênito.
A consagração do menino Jesus exigiu, conforme a Lei de Moisés, sacrifício de sangue de animais.
Agregaremos à consagração dos Primogênitos, isto é, dos Dizimistas do dia 3 a 10 de fevereiro à dedicação dos familiares.
Os que creem devem somar aos dízimos o voto pelo familiar e juntar com uma foto dele durante esse mutirão de fé.
Sete dias de consagração (domingo, dia 3, a sábado, dia 9) e no oitavo dia, dia 10, teremos a festa do Espírito Santo em cada lar, quando a família da fé participará da Santa Ceia.
Quem crê, vai; quem não crê, fica.
Deus abençoe os que creem.

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

De Padre Católico A Pastor Evangélico


Bom dia!
Antes de mais nada, quero dizer que se não fosse a misericórdia de Deus, a fé do senhor e o sacrifício, não estaria vivo, e muito menos salvo!
Nasci dentro de uma família tradicional católica, descendente de portugueses e índios. Minha tataravó teve dois filhos, que foram cardeais da cúpula da Igreja Romana. Devido a essa tradição, fui crescendo e sempre pensando que um dia seria também cardeal.
Com 8 anos de idade, meus pais me matricularam em um colégio interno católico, na cidade em que nasci. Entrei de cabeça para alcançar tal objetivo; segui os estudos. Passado o período da infância, logo veio a adolescência, e comecei a trabalhar mais perto dos padres paroquiais. Tornei-me coroinha desde criança e, inclusive, puxava novenas, terços e rezas.
Completado o 1° grau, me transferiram para a capital, para continuar os estudos num colégio maior e melhor. Neste período, fui fazendo aulas de teologia, filosofia e liturgia - tudo dentro dos parâmetros do Vaticano. Após dois anos neste ritmo acadêmico e religioso, passei a ter sérios problemas de saúde e, com o passar dos meses e anos, comecei também a ter perturbações espirituais. Escutava vozes, via vultos, via fogo nos olhos das imagens, via os bancos se moverem fortemente; tinha dor de cabeça constante e tão forte, a ponto de não suportar claridade e amarrar até arame na cabeça, para tentar aliviar a dor.
Em meio a este período, passei de seminarista para noviço, e fui morar em Minas Gerais, para encontros e retiros. Porém, antes de sair de Goiás, havia uma senhora, já de idade, que trabalhava para mim e todos os demais que moravam no mesmo prédio. Sem saber explicar, um dia me abri com ela e contei tudo o que estava se passando comigo. Eu era muito arrogante, nervoso, prepotente e maltratava as pessoas subordinadas; mas ela eu não conseguia maltratar ou humilhar. Eu não sabia, mas ela era membro da Igreja Universal, que eu chamava de igreja protestante.
Após o período em Minas Gerais, regressei para Goiás. Estava cada vez pior de saúde, caráter e fé. Passei a ter desmaios constantes. Nunca tive inclinação para o homossexualismo e nem pedofilia, apesar de ter visto alguns casos de desvio sexual acontecerem com pessoas próximas.
Consultava o meu diretor espiritual, e ele me dizia que eu tinha que consultar bons psiquiatras, porque meu problema era normal, e que as visões de vultos e audição de vozes seriam eliminadas por meio da parapsicologia. Tentei esse recurso, mas não adiantou: segui pior, a ponto de ficar fora de mim e não saber onde morava (mesmo estando em frente de casa) e nem quem eu era. Mesmo assim, continuava fazendo as missas, estudando, dando aulas e viajando.
O último ano que fiquei na Igreja Romana (já com os votos de pobreza, castidade e obediência temporais, caminhando para os perpétuos), de um total de sete, foi o pior de toda a minha vida. Tudo o que contei até aqui de sofrimento, angústia, depressão, doenças e perturbações, se multiplicou, e a senhora de quem falei anteriormente me revelou que já estava há vários anos fazendo Campanhas de Israel e correntes de sexta-feira para que eu fosse liberto de todos esses principados e também para eu nascer do Espírito Santo.
Ela me disse que sempre ungia minhas roupas com azeite de Israel e colocava o sal consagrado na minha comida. Poucas vezes, alguns pastores e profetizas de igrejas evangélicas tentavam dialogar comigo, mas eu os colocava para correr com pau de vassoura, porque tinha raiva de crentes, e eles não conseguiam nada. Nenhum crente de nenhuma outra denominação conseguia dialogar comigo, mas, por meio da fé, perseverança e sacrifício dessa senhora, a quem também sou eternamente grato, comecei a abrir a mente e a usar a inteligência.
Então, queria tomar a decisão de desligar-me para sempre da Igreja Romana, para buscar a minha libertação. Foi uma luta interior gigantesca, mas consegui tomar a atitude e sair. Havia três meses que passava na porta da IURD e não entrava, com vergonha, pensando que se algum paroquiano me visse entrar estaria perdido, porque ninguém sabia ainda que eu estava ouvindo, todas as noites, a palavra do bispo Macedo na rádio da igreja. Até que usei a cabeça e falei a mim mesmo: "Não tenho nada a perder! Niguém me curou nem me libertou até agora". E o pior era que eu estava fazendo tudo dentro da Igreja Romana e não tinha certeza da minha salvação.
Foi em uma quarta-feira que entrei decidido a tudo ou nada na Igreja Universal do Reino de Deus, que, nessa época, estava sofrendo uma perseguição infernal da Globo e da Igreja Romana. Naquela noite, a pregação, que durou 45 minutos, foi toda para mim. O pastor falou tudo a respeito da maldição da idolatria, e logo no final do culto chamou para o batismo nas águas. Não sei bem explicar, mas, nesse momento, algo mudou dentro de mim. Decidi deixar tudo para buscar nova vida, principalmente espiritual.
Então falei para mim mesmo: "Vou chutar o pau da barraca e do Vaticano e me entregar a este Deus vivo. Eu me batizei!" Comecei a fazer as correntes na igreja todos os dias. Muitas vezes, ia e regressava a pé, num total de cinco horas. Durante as orações fortes de libertação, tremia igual a uma vara verde e sentia que saiam montanhas de minha cabeça e de todo o corpo. Não cheguei a manifestar com garras, de joelhos, mas era possesso até os fios de cabelo. O que me libertou por completo foram os ensinamentos de domingo e quarta. Fui totalmente curado de alma, corpo e, principalmente, na mente, pois o fogo do Espírito Santo entrou e mudou meu caráter, meu gênio e me confirmou a certeza da salvação, do nome no Livro da Vida e da coroa da vida.
Um detalhe importante: quando saí da Igreja Romana, o desligamento, aparentemente, foi tranquilo; mas, quando a cúpula ficou sabendo, por intermédio da minha família, que eu havia me batizado na IURD, todos ficaram furiosos e ameaçavam dizendo para tomar cuidado com minhas palavras, senão poderia ter consequências muito ruins para mim e para a minha família.
Toda a minha família também se revoltou fortemente contra a minha nova fé, a tal ponto do meu pai ameaçar tirar o meu nome do testamento de herança dele, alegando que se eu não saísse da IURD, eu não seria reconhecido mais como seu filho, e sim como ovelha negra da família.
Em nenhum momento duvidei do meu batismo e segui firme na fe! Mas, confesso que foi um ano de total ataque de todos e de tudo. Eles enviavam recados por meio da minha família, tentando uma reaproximação. Porém, quando o cardeal principal viu que eu estava decidido na fé, mudou de tática. Passou a oferecer cargos, salário alto e bens materiais. Tudo isso para eu voltar a ser soldado romano, ainda que não fosse como padre, mas como leigo ativo.
Chegaram a dizer que eu podia até ir para a Igreja Batista, Anglicana ou Presbiteriana, mas não para a IURD. Eu não respondia nenhum dos recados enviados e nem compareci a nenhuma das supostas reuniões marcadas, porque eu já tinha consciência de que era uma armadilha do enganador.
Fui trabalhar começando uma vida secular normal. Até que, aparentemente, pararam de me perseguir. Após minha libertação, entrei no grupo de evangelização, pois nasceu em mim um desejo de evangelizar - o que antes não havia, devido às frustrações do passado. Neste período, fui selado com o Espírito Santo, e um tempo depois, levantado a obreiro. Pouco a pouco foi despertado em mim um amor consciente e real, sem profissionalismo, pelas almas sofridas. Quando o pastor estadual fez o apelo para quem tinha o desejo de deixar tudo para dar a própria vida em oferta por elas, tomei a decisão de aceitar. Fui levantado a iburd e, consequentemente, a auxiliar.
Nesse tempo, já estava namorando uma obreira, que hoje é minha esposa. Quando ela chegou à IURD, eu já estava de obreiro e a ajudei na libertação e no novo nascimento. Por incrível que pareça, sem nenhuma segunda intenção, pois, no momento, nem passava pela minha cabeça que ela era a porca e eu, o parafuso.
Após dois anos como pastor solteiro, nos casamos e, pela misericórdia, fomos consagrados algum tempo depois; fizemos a Obra na capital e no interior de Goiás. Até mesmo como pastor da IURD, sofri também fortes ataques de alguns superiores, que diziam que eu era um jesuíta escondido e que eu iria trair a igreja. Diziam que eu era falso e estava infiltrado a mando dos jesuítas.
Depois de um tempo, estes mesmos traíram a Igreja Universal, fazendo o papel de um jesuíta.
Após seis anos no Brasil, o Espírito Santo nos mandou para a República Dominicana, e aqui estamos completando sete anos, lutando para salvar almas. Agora, no começo do ano de 2013, o Espírito Santo está nos enviando para mais um desafio: salvar almas nos Estados Unidos, para testemunho e para a glória do nosso DEUS, o Todo Poderoso de Israel.
Hoje, se luto para libertar uma alma é porque tenho libertação; se luto para salvar uma e levá-la a JESUS é porque estou salvo e estou em Cristo; se luto para restaurar uma família, um casamento, é porque tenho uma família e um casamento sem falsa aparência.
Quero deixar o espírito dessas palavras principalmente a esta pessoa que está sofrendo o mesmo que eu sofri, ou até pior, e, talvez, por causa de um orgulho, de uma tradição religiosa católica ou até evangélica, não tomou a decisão de buscar com toda força e sinceridade uma libertação total e um novo nascimento em uma Igreja Universal do Reino de Deus mais perto de sua casa. Digo isso porque foi pela fé inteligente que venci a maldição do ranço religioso!
"Respondeu Jesus: Em verdade, em verdade te digo: quem não nascer da água e do Espírito não pode entrar no reino de Deus. O que é nascido da carne é carne; e o que é nascido do Espírito é espírito. Não te admires de eu te dizer: importa-vos nascer de novo." João 3.5-7
"o qual deseja que todos os homens sejam salvos e cheguem ao pleno conhecimento da verdade. Porquanto há um só Deus e um só Mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, homem, o qual a si mesmo se deu em resgate por todos" 1 Timóteo 2.4-6
Que Deus abençoe a todos!
Pastor Cleiton D. Siqueira.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Verdadeira Riquesa



Bispo Edir Macedo,
Seu livro é um guia de liderança para quem deseja vencer nos negócios.
Sabe por quê? Porque além de ser uma cartilha prática da fé viva e de resultados, nos ensina o bem maior de qualquer empresário de sucesso: a salvação da nossa alma!
Que investimento pode ser mais rentável e seguro do que o aplicado no futuro da nossa vida espiritual?
Eu me identifiquei com sua trajetória logo de cara. Suas adversidades formaram no senhor um caráter de lutas e guerras capaz de alcançar as promessas de Deus.
Eu já enfrentei um declínio muito profundo. Fui humilhado, escravo das dívidas e vivia sem paz interior.
E, como sua história, desacreditado por tudo e por todos, dei a volta por cima usando a fé. Deus me deu forças, e as portas fechadas se abriram.
Hoje, graças a Deus e à Igreja Universal, sou um dos empresários de compra e venda de automóveis mais bem-sucedidos da Cidade do México.
Meus amigos empresários conversam comigo sobre sua história e me enchem de perguntas curiosas sobre o "Nada a Perder".
Que outra biografia consegue atrair tantas pessoas como a que vimos aqui na livraria do México?
A imprensa e a elite mexicana comentam muito o fenômeno no qual se transformou essa obra.
Minha explicação é simples: o livro nos faz entender que tudo o que nos cerca é efêmero, passageiro, menos a convicção no Espírito Santo.
A dependência de Deus é o mais importante; todo o restante, um dia, passará.
Mais que um livro motivacional, a biografia é um manual de vida. Um mapa para o homem descobrir o seu verdadeiro tesouro.
Juan Carlos Barona, empresário – México.

Último Inimigo


Inimigos não faltam: miséria, solidão, doenças, desemprego, infelicidade amorosa, vícios, dívidas, problemas familiares, etc. Eles são inúmeros, mas todos podem ser vencidos.
Contudo, de todos os inimigos, o maior é a morte. Algumas pessoas têm consciência disso, mas outras ainda não sabem que a morte é um inimigo.
A morte vem para sadios e doentes; jovens e idosos; ricos e pobres. Ela pode chegar a qualquer hora e lugar, seja na rua, em casa, no trabalho, no hospital, no avião, na igreja... Ela não avisa antes de chegar. Para a morte, o local não faz diferença.
Conta-se uma história que a morte disse a um homem que, naquela semana, viria a ele. Desesperado por não querer morrer, tentou enganá-la. Foi a um baile à fantasia e resolveu vestir-se de palhaço. Quando a morte chegou ao baile, procurou o homem e não o encontrou, então disse: “Já que não encontrei quem eu vim buscar, levarei esse palhaço mesmo”.
O grande problema é que as pessoas têm se preocupado em vencer outros inimigos e têm ignorado o maior de todos, que é a morte.
Quando chega o momento de enfrentá-la, a prioridade de vencer os outros inimigos faz as pessoas serem vencidas por ela.
O texto sagrado diz: “O último inimigo a ser destruído é a morte.” 1Coríntios 15.26
Significa dizer que depois da morte não há mais o que vencer. Ela deve ser vencida agora, e o sacrifício para mantê-la vencida deve ser diário.
A frase: “Uma vez salvo, salvo para sempre” é um engano do diabo.
Por isso, o Senhor Jesus disse: “Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, dia a dia tome a sua cruz e siga-me.”  Lucas 9.23
Mas, se ela chegar agora, neste momento, quem será o vencedor? Ela ou você?
Para os vencidos pela morte ainda há o dano da segunda morte, que é o lago de fogo: “Quem tem ouvidos, ouça o que o Espírito diz às igrejas: O vencedor de modo algum sofrerá dano da segunda morte.” Apocalipse 2.11

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Testemunho de Combate ao Vício


Boa dia!
Meu nome é Romer de Freitas, membro da Igreja Universal de Águas Bonitas (GO); tenho 42 anos. E Aproveitando, gostaria de relatar um pouco de minha experiência com o vício e o mundo do crime e falar também como consegui vencer.
Nasci em Belo Horizonte (MG) e comecei a usar drogas com 14 anos de idade. A primeira foi a maconha; usei por curiosidade. No começo, ela era boa, mas, com o passar do tempo, senti o desejo por algo mais forte, então comecei a cheirar cocaína. Para ter um efeito mais rápido, passei a injetá-la no sangue. Usava e traficava. Usei também haxixe, ecstasy, e no início do surgimento do crack, cheguei a usá-lo também.
Quando usávamos droga injetável, compartilhávamos da mesma seringa. Ainda menor de idade, fui presos várias vezes. Com dezoito anos de idade fui preso por assalto a mão armada e condenado a 5 anos e 4 meses de prisão. Vi cenas horríveis no presídio. Fiquei preso por dois anos e saí em condicional; mas um ano depois voltei a praticar os mesmos crimes – foi a época em que fui para a segurança máxima para cumprir mais uma pena, onde vivi rebeliões e cirandas da morte (um sorteio para morrer um detento da cela. Na realidade, não existia sorteio, já havia um escolhido para morrer, pois colocavam um único nome nos papéis do sorteio).
Em uma dessas rebeliões, pegaram um estuprador, cortaram a cabeça dele e jogaram futebol com ela, um verdadeiro horror! Aproveitando uma rebelião, fugi para o Espírito Santo, e, em 1998, no último jogo da Copa do Mundo, levei um tiro nas costas. Achando que morreria, clamei a Deus; falei que se Ele permitisse que sobrevivesse, sairia daquela vida e a entregaria a Ele. Então, mais uma vez Deus me livrou da morte, pois várias vezes troquei tiros com a polícia e criminosos rivais atiraram em mim, bem de pertinho, e o revólver mascou.
Quando me recuperei do tiro, voltei para Belo Horizonte e procurei a minha irmã, que já fazia parte de uma igreja evangélica. Ela conseguiu um centro de recuperação para eu me internar em Brasília.
Da janela do ônibus, joguei os cigarros e CDs de músicas mundanas. Fiquei internado um ano e meio. Saí da casa de recuperação com uma bolsa com algumas roupas, sem casa, trabalho, ou família, saí sem nada e entrei em uma Igreja Universal do Reino de Deus. Lá encontrei a verdadeira felicidade, consegui um emprego em uma vidraçaria e aluguei um quartinho para morar.
Em uma Terapia do Amor, conheci minha esposa, que hoje é obreira. Em 2000 nos casamos; compramos nossa casa, tenho uma savero, um ômega, uma moto; tivemos um filho, que hoje tem sete anos, e reconstruí a minha vida, que antes era um lixo, um inferno.
Um dia, em uma blitz, policiais me abordaram e viram que eu tinha mandato de prisão; me algemaram e me levaram para a delegacia. A minha esposa e filho ficaram sem reação. Lembro que minha esposa disse: “Você não vai ficar preso, amor. Deus não permitirá!”. Chegando à delegacia, um policial viu que meu mandato era de Minas Gerais, e outro policial falou:
“Vamos levá-lo para a cidade de Minas mais próxima.”, e o policial perguntou:
“Não temos combustível na viatura, e agora?”, o amigo respondeu:
“Então, o jeito é soltá-lo, o mandato dele não é daqui mesmo...”
Então me soltaram e eu saí agradecendo a Deus. Eu tinha três mandatos de prisão, mas Deus fez um grande milagre em minha vida, por meio de propósitos na igreja, Fogueiras Santas, da nossa fidelidade, nossa comunhão, nosso compromisso, nossa intimidade com Deus. Todas as acusações não existem mais, foram todas arquivadas.
Contratei um advogado para cuidar de meus processos e hoje estou livre. Há 14 anos conheci um Deus maravilhoso, que teve compaixão de mim. Hoje tenho paz, consigo colocar a cabeça no travesseiro e dormir em paz, sem nenhuma acusação.
Encontrei na Igreja Universal do Reino de Deus a "Dose mais forte": O SENHOR JESUS.
Certo dia fiz uma lista com os nomes de trinta ex-amigos da época do crime e fui colocando um “x” naqueles que haviam morrido. Quando terminei, contei quantos ainda estavam vivos: comigo, apenas um. Vinte e oito já haviam morrido.
Não vale a pena entrar no mundo das drogas e do crime, pois o destino é a prisão ou o cemitério.
Romer de Freitas

O Maior Tesouro


Quando somos jovens, temos a impressão de que somos eternos. No entanto, velhos, jovens ou mesmo crianças, todos nós estamos com os dias contados. Por mais saudáveis que estejamos, todos estamos desenganados, pois ninguém sairá vivo daqui. A vida caminha para a morte, essa é a realidade que ninguém quer encarar.
Mais ainda nos dias atuais, com tanta violência, doenças, acidentes, notícias de jovens morrendo na saída das baladas, dirigindo alcoolizados, apartando uma briga, ou mesmo vítima de balas perdidas. Adolescentes matando dezenas de crianças dentro das escolas, com armas que viram nos jogos de videogame. Jovens sofrendo AVC, infarto, coisas que até pouco tempo eram ligadas à idade avançada, e que nunca foram tão comuns quanto hoje. A alimentação está ruim, o estilo de vida, pior ainda: pouco exercício, muito estresse, divórcios, indisciplina...
Alguns poucos têm a oportunidade de ouvir falar de Jesus quando já são bem idosos, vivendo em asilos. Somente ali abrem o coração, pois a situação em que vivem lhes ensinou humildade. Em um piscar de olhos, viram passar oitenta, noventa anos. Não importa quanto tempo tenhamos de vida, sempre passa depressa demais. Estão ali, vendo a morte com mais frequência do que eu ou você, pois nunca sabem quando um companheiro de instituição simplesmente não acordará. E quando será seu dia de não acordar mais. Qual é a diferença entre eles e nós? Se você pensar bem, não há.
A morte pode chegar a qualquer momento. Ao contrário do que muita gente pensa, nem sempre há tempo para se arrepender no leito de morte, pois nem sempre há leito de morte. Você pode morrer em um segundo, em qualquer lugar. Infelizmente, nem todos têm essa consciência, e vivem como se a vida não tivesse fim.
Quem se deixa envolver com picuinhas e bobagenzinhas aqui e ali, alimentando mágoas, falando mal dos outros, preocupado com o que vão pensar dele, ou com que o jornal A, B ou C fala da igreja, ou administrando seu próprio umbigo, não se dá conta de que está desviando seu foco da única coisa que realmente importa. Você já sabe para onde vai a sua alma?
Tem certeza?  Se durante os poucos anos que viveu nesta terra, a pessoa não fez esforço algum para andar com Deus, como pode esperar que depois da morte, Deus a obrigue a passar a toda a eternidade com Ele?
Jesus comparou o Reino de Deus a um tesouro escondido no campo. Ele diz: “O reino dos céus é semelhante a um tesouro oculto no campo, o qual certo homem, tendo-o achado, escondeu. E, transbordante de alegria, vai, vende tudo o que tem e compra aquele campo”Mateus 13.44
Este homem foi inteligente. Encontrou o que realmente importava, e não pensou em outra coisa. Protegeu o tesouro, escondendo de quem o poderia roubar e buscou com todas as suas forças adquirir aquele campo. Teve consciência do valor do que havia encontrado e sacrificou tudo o que possuía, toda a sua vida e seus planos, imediatamente e com muita alegria, pois sabia que o tesouro era maior do que tudo.
O tesouro estava oculto no campo, assim como a salvação, que o mundo não é capaz de ver. Muitos passaram por este campo, sem jamais terem visto o tesouro que você acabou de encontrar. Não perca tempo, não deixe para depois. Entregue toda a sua vida e busque com todas as suas forças a salvação. Talvez você esteja na igreja há muitos anos, mas ainda não nasceu de Deus. Talvez você esteja afastado, ou mesmo nunca tenha acreditado que é mesmo possível ter essa nova vida. O que você tem a perder? Há realmente um tesouro escondido no campo. A chave que garante a paz interior, alegria e estabilidade aqui na Terra e por toda a eternidade. É agora ou nunca. Você pode não ter outra chance.

sábado, 12 de janeiro de 2013

Avançar Mesmo Com Medo


Diz uma antiga fábula que um camundongo vivia angustiado, com medo do gato. Um mágico teve pena dele e o transformou em gato.
Mas aí ele ficou com medo do cão, por isso o mágico o transformou em cão.
Então, ele começou a temer à pantera, e o mágico o transformou em pantera.
Foi quando ele se encheu de medo do caçador. A essas alturas, o mágico desistiu.
Transformou-o em camundongo novamente e disse:
“Nada que eu faça por você vai lhe ajudar, porque você tem a coragem de um camundongo.”
É preciso coragem para romper com o projeto que nos é imposto.
Mas, saiba que coragem não é a ausência do medo, e sim a capacidade de avançar, apesar do medo.

James Lewis Kraift: passado para trás ficou na frente


Nascido na zona rural do Canadá, James Lewis Kraft começou trabalhando em uma mercearia, depois em uma empresa de queijos, mas acabou afastado dos negócios por colegas inescrupulosos. Mesmo apunhalado pelas costas, não se abateu, nem procurou vingança. Apenas se levantou, sacudiu a poeira e voltou a lutar por seus objetivos.
Naquela época (primeiros anos de 1900) não havia refrigeração como temos hoje, então, o transporte de queijo era um assunto delicado. No verão, muitos comerciantes preferiam nem comprar, pois o queijo já chegava estragado ao estabelecimento. Passado para trás por seus colegas, com meros sessenta e cinco dólares de capital inicial, James Kraft alugou uma carroça e começou seu novo negócio: acordava de madrugada para comprar queijo dos produtores e fazia uma longa viagem para revender aos pequenos comerciantes, antes que o sol se tornasse cruel estragador de queijos. Fez sucesso. O negócio tornou-se próspero, e seus irmãos juntaram-se a ele.
James Kraft queria encontrar uma maneira de se tornar único no mercado. Resolveu, naquela época, fazer de Deus o seu sócio. A partir daí, teve a ideia que revolucionou seu negócio e sua vida. O queijo era um produto perecível demais, e James quis inventar uma forma de fazê-lo durar mais tempo. Parecia loucura, mas ele acreditava. Por meio do velho método de tentativa e erro, desenvolveu uma técnica de pasteurização do queijo que o mantinha saboroso e aumentava sua durabilidade. A empresa cresceu rapidamente e seus negócios aumentaram durante a I Guerra Mundial, quando o governo dos Estados Unidos enviou seus queijos processados para alimentar suas tropas.
Kraft trabalhava pela alimentação física, mas preocupava-se ainda mais em divulgar o alimento espiritual. Queria levar outras pessoas a conhecer o Deus que ele havia conhecido. Empenhava-se como professor de escola bíblica e, além de dizimista fiel,contribuía com a construção de igrejas em áreas menos privilegiadas, para que a Palavra de Deus alcançasse os menos favorecidos.
Depois da morte de James, sua empresa tornou-se a Kraft Foods e mais recentemente, Mondelēz International, grupo que hoje abriga uma variedade de marcas é a maior indústria de alimentos e bebidas da América do Norte, liderando o mercado também em diversos países.
Com uma estratégia de marketing avançada para a época, James Lewis Kraft era visto como um homem à frente do seu tempo – característica compartilhada por outros grandes dizimistas da história.
Certa vez contou o segredo de sua prosperidade: “O único investimento que eu já fiz que pagou dividendos consistentemente crescentes foi o dinheiro que dei ao Senhor