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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Por Trás de Tudo O Que É Ruim


Porque o amor do dinheiro é raiz de todos os males; e alguns, nessa cobiça, se desviaram da fé e a si mesmos se atormentaram com muitas dores. 1 Ti 6:10

Pense nas palavras acima por um momento. Tudo o que é mal vem do amor ao dinheiro. É uma afirmação e tanto. Exagero do apóstolo Paulo ou estava ele sendo literal?
Creio que uma breve análise dos males neste mundo nos levará a concluir que ele não estava exagerando. O amor ao dinheiro realmente gera todo tipo de coisa ruim. (Note que ele não disse que o dinheiro é a raiz de todos os males e sim o amor a ele. Dinheiro é bom e todo mundo gosta. Quanto mais, melhor. O problema é quando as pessoas começam a querê-lo mais que tudo na vida.)
Por dinheiro, as pessoas mentem, roubam, matam, fazem sexo, vendem a alma, comprometem sua integridade, enganam, armam esquemas, descuidam da família, estragam a própria saúde, morrem cedo, perdem amigos, fazem inimigos, deixam a igreja, criticam o pastor, se tornam pastores(as), fazem dívidas, ficam ocupadas demais para passar tempo com os filhos, adiam o casamento, divorciam, defraudam o cliente, roubam o patrão, exploram os funcionários, fazem promessas aos eleitores que nunca cumprirão…
E isso não é nem o começo. Veja as notícias de hoje. Quantas delas você consegue conectar com a raiz do amor ao dinheiro?
Obviamente não adianta ficar lamentando nem apontando os erros dos outros. O único proveito de saber disso é aplicar esse conhecimento a si mesmo. Será que o amor ao dinheiro tem trazido males à sua vida? Quantos problemas você tem enfrentado que poderiam estar ligados a um forte apego ou desejo por dinheiro ou coisas materiais?
Segundo Paulo, muitos se desviaram da fé por causa disso. E este desvio tem lhes causado muitas dores. É impossível viver sem dinheiro. Ele toca todas as áreas de nossas vidas. E por isso se torna imprescindível não permitir que ele nos domine, dirija, ou enfeitice.
Tire dois minutos agora para encontrar alguma dor que o amor ao dinheiro tem lhe causado (ou acabará lhe causando, se você não mudar). Decida o que vai fazer a respeito. Claro, a não ser que você esteja muito ocupado para “desperdiçar” este tempo…

Não é?

Enfrentado O Monstro logo de Manhã

Esta história me aconteceu em 1994 quando fui enviado à Cidade do Cabo na África do Sul para começar um trabalho evangelístico. Tínhamos acabado de alugar um velho galpão desusado e depois de algumas reformas básicas, abrimos a igreja. 
Porém, bastou a primeira chuva para verificarmos que o telhado chorava para dentro. Ligamos para o proprietário e pedimos providências. Era no final do dia e ele prometeu que iria resolver o problema. Sendo ele dono de empresas e muitas propriedades, pensei: “Espero que ele mande alguém amanhã mesmo e não esteja nos enrolando.”
Na manhã seguinte às 7 horas ele mesmo chegou na igreja, que abria às 5h30 (sim, o povo africano acorda cedo… nossa primeira reunião era 6h da manhã). Eu havia acabado a reunião e conversava com algumas pessoas que nos pediam oração antes de irem para o trabalho. Terminei de atendê-las e fui cumprimentar o proprietário. “Confesso que estou surpreso. Não esperava o senhor aqui tão cedo.” – lhe disse.
Ele respondeu, com uma firmeza e positividade em sua voz, características de pessoas de sucesso: “Pastor, há muitos anos eu aprendi uma coisa nos meus negócios: quando você tem um problema ou qualquer coisa desagradável para resolver, coloque-a no topo da lista e faça-a logo de manhã. Senão, quanto mais você adia e se esquiva dela, pior fica o seu dia. Então eu vim aqui para eliminar esse problema do meu dia e do seu. Como posso ajudar?”
Eu nunca mais esqueci aquele homem nem a lição que me ensinou. Já são quase 20 anos e provei esta sabedoria centenas de vezes.
Experimente você também. Se há alguma coisa que você sabe que tem que fazer mas fica receando, temendo ou ensaiando e nunca faz, pare de se torturar. Encare logo esse monstro e você verá como o resto do seu dia vai fluir muito melhor. 

Receita para Vencer o Mal




Enfim, depois de tantos anos servindo a Deus, descobrimos a infalível receita para se vencer o diabo! Será que o amigo(a) leitor(a) quer descobrir agora? Se sim, nos acompanhe neste raciocínio, pois temos certeza de que irá lhe ajudar.
Como ficar imune a gripes e resfriados, se a pessoa não se vacina nem se alimenta do que possui vitamina C, e não deixa de se expor a ambientes gelados? Impossível!
Assim também, como ficar imune a Satanás ou se libertar dele se primeiro a pessoa não se libertar, se despojar, daquilo que o atrai ou o mantém dentro dela? É aí que entra esta praga chamada: "ORGULHO".
Infelizmente – e dificilmente – um invejoso admite sua condição, imagine então um orgulhoso. Quando foi que você viu uma pessoa reconhecer que é arrogante, prepotente e que se considera superior a todos os demais, mesmo que o resultado de sua vida seja um fiasco e esteja indo ladeira abaixo? A ficha realmente não cai!
Por exemplo:
"Porém, Naamã muito se indignou, e se foi, dizendo: Eis que eu dizia comigo: Certamente ele sairá, por-se-á em pé, invocará o nome do SENHOR seu Deus, e passará a sua mão sobre o lugar, e restaurará o leproso. Não são porventura Abana e Farpar, rios de Damasco, melhores do que todas as águas de Israel? Não me poderia eu lavar neles, e ficar purificado? E voltou-se, e se foi com indignação”. 2 Reis 5.11-12
Com certeza, Naamã fazia parte deste grupo de pessoas que não compreende que para vencer o problema tem que vencer a si mesmo (ORGULHO).
Veja que ele queria tratamento VIP, mas só quando se despojou de sua arrogância e aceitou entrar nas águas do Jordão é que também conseguiu vencer a lepra.
Ingrediente único desta receita: "Desça do seu pedestal e vença o seu orgulho!"

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Isto Precisa Acontecer com Você



Boa tarde, bispo!
Meu nome é Fernanda, obreira do cenáculo principal em Salvador (BA). Tenho 27 anos, sou veterinária e, no exato momento, estou de plantão numa clínica.
Estou sempre em busca de leituras que acrescentem a minha fé, e os livros do senhor são excelentes para isso. No momento, estou lendo seu mais novo livro “Nada a Perder” e não consigo largar. Leio e releio diversas vezes o mesmo parágrafo, para ter certeza de que nenhuma mensagem ficou para trás. Desde o início já me identifiquei logo com o título, afinal, quando cheguei à igreja também não tinha mais nada a perder, era a última porta, como aconteceu com tantas outras pessoas antes de chegarem à IURD.
Quando comecei a ler, estava passando por uma grande tribulação em minha vida, e, cada palavra, cada mensagem deste livro, foi muito importante para manter a minha fé aquecida. Uma das partes que mais me ajudou, nos primeiros capítulos, é quando o senhor fala assim: “Deus não fez o rei Davi. Golias, o gigante, e a afronta contra todo o povo de Israel é que o fizeram. Abraão aproveitou a esterilidade de Sara para provar a sua fé irrestrita em Deus. Os desafios, as lutas, as dificuldades são chances para crescer.”
Sempre pedi a Deus que eu tivesse a mesma fé de Abraão, a mesma convicção do rei Davi, então entendi que, para que isso seja possível, tenho de ser moldada, mesmo que tenha de enfrentar tantas adversidades, calúnias e perseguições. Essas eram oportunidades de crescer espiritualmente e ver a grandeza de Deus em minha vida. Aquelas palavras (do livro) me ajudaram muito. Era o Espírito Santo confirmando que estava comigo, mesmo nas tribulações, todos os dias da minha vida.
Enfim, cheguei ao capítulo “Em busca de um novo milagre”, e logo me identifiquei completamente. Quando cheguei à igreja, já fui determinada: Eu quero mudar. Ainda era totalmente perturbada, me vestia de forma devassa, tinha costumes errados, uma bagagem cheia de pecados, porém, o mais importante eu já tinha – determinação. Estava determinada, e nada iria me parar. Morria de medo das reuniões de libertação, mas elas eram necessárias, então passei por cima dos meus medos, da minha vergonha, pois precisava mudar.
Lancei-me completamente na vida com Deus, na leitura da Bíblia, na obediência à Sua Palavra; passei a negar a vontade da minha carne para agradar a Deus, não deixei nem um fio de cabelo de fora e, em seis meses, já estava tendo o meu encontro com Deus e o meu batismo com o Espírito Santo. Nunca esqueço, foi numa vigília. Eu buscava com todas as minhas forças, quando, finalmente, a Sua paz tomou todo o meu ser; a minha língua começou a falar na língua dos anjos, e, na mesma hora, pude ver a grandeza de Deus, pude ter uma noção do tamanho do Seu amor por mim.
Veio-me uma vontade enorme de ganhar almas. Queria que elas tivessem a oportunidade de viver o que eu estava vivendo, de provar do amor de Deus, de saber que para elas também há jeito. Não achava justo desfrutar de tão grande amor, enquanto as pessoas estavam lá fora gemendo. E no livro do senhor vi essa revolta; o senhor queria fazer mais, porque não aceitava ser maisum na multidão. Foi quando comecei a participar nas aulas de candidato. Queria poder fazer mais, atender às pessoas, ajudá-las, isso sim me fazia bem.
Quando exerço a minha profissão, as pessoas falam sempre que faço com muito amor, mas, na verdade, o que amo, realmente, é ajudar as pessoas. Não há nada mais gratificante do que ver uma alma sendo ganha, acompanhar desde a sua libertação até o seu batismo; não há algo mais esplêndido! É nesse momento que o Espírito Santo revela o porquê de ter nos escolhido. Casei com um homem de Deus, um presente do Senhor para a minha vida. Por ele já ter feito a Obra, me ajudou muito, me ensinou muitas coisas que sei hoje, e também deixou que tantas outras o tempo se encarregasse de mostrar.
Bispo, esse desejo arde dentro de mim e, assim como o senhor, também estou buscando cada dia mais intimidade com Deus. Quero muito servi-Lo no altar, mas que não seja a minha, mas a vontade dEle em minha vida. Estou escrevendo esse e-mail porque não tive como conter as minhas palavras em meio a uma leitura tão forte como essa (do livro “Nada a Perder”).
Que Deus continue iluminando o senhor, que mesmo sem saber da minha existência, me ajuda de uma forma como as pessoas mais próximas nunca puderam me ajudar!
Na fé,
Fenanda Melo

sábado, 9 de fevereiro de 2013

A Diferença


A diferença entre a mulher guiada pelo Espírito e todas as outras mulheres...
As outras mulheres choram e sentem pena. A mulher guiada pelo Espírito faz o que esta me escreveu:

Minha experiência em Santa Maria (RS)
Acordei com gritos desesperados e barulho de sirene a todo vapor correndo a cidade.
Nem imaginava que se tratava de uma tragédia de grandes proporções. A princípio, a informação era que 20 jovens haviam morrido após o incêndio na conhecida boate Kiss.
Por volta das 10h, fui lá para ver o que realmente estava acontecendo, pois muitas pessoas choravam na rua e outras tantas falavam desesperadas ao celular.
Quando cheguei, me deparei com uma cena horrível: um caminhão parado e vários corpos sendo amontoados, um em cima do outro, todos de jovens que, horas atrás, dançavam e se alegravam, mas agora só estavam os corpos, sem valor, sendo jogados em um caminhão.
Uma jovem ao meu lado perguntou a um bombeiro se ainda havia muitos corpos para serem retirados da boate Kiss, e ele, com um semblante perplexo, disse: “Sim. Vários, dezenas”.
“Já estão confirmadas as mortes de mais de 150 jovens”, respondeu ele, sem parecer acreditar na realidade que estava vivendo.
Não paravam de chegar familiares dos jovens mortos, todos desesperados e sem acreditar no que estava acontecendo.
Por volta das 14h, os corpos já tinham sido levados para o ginásio, e eu consegui entrar na boate.
“Meu Deus, que horror!!!”, pensei.
Era um cenário de terror, desespero e morte. Centenas de sapatos e roupas jogados no chão. Cachorros procuravam por corpos dentro da Kiss, e o cheiro da fumaça ainda incomodava.
Imaginei como estariam os familiares daqueles jovens.
Dirigi-me ao ginásio, mas fui barrada por um segurança que não autorizou a minha entrada, pois não eram os meus familiares que estavam mortos ali dentro. Mas, dentro de mim, era como se fosse. Sentia a dor e não desisti de entrar. Precisava ajudar de alguma forma, dar apoio e levar a eles o consolo que só quem tem o Espírito Santo é capaz de dar.
Finalmente pude entrar no lugar onde os familiares reconheciam seus mortos.
Que cena de filme de horror!
Vários corpos no chão enfileirados. Jovens que morreram com semblante de desespero. Muitos com furos pelo corpo, decorrente das pisadas das meninas, que lutavam para sobreviver. Não sei como explicar a cena forte. E as mães, pais, parentes e amigos tinham que ver aquela imagem triste. Meu Deus, que mente suportaria ver aquela imagem? Como ajudar essas pessoas?
Identifiquei-me como psicóloga, para ser mais útil, e poder levar o apoio necessário àqueles familiares que passavam pela maior dor que alguém pode passar em vida. Todos os que saiam da sala onde haviam reconhecido os corpos, dentre os mais de 200 outros, eram levados pelos médicos até nós, psicólogos, para que pudéssemos acalmá-los.
Saiu uma mãe em total desespero: “Meus dois únicos filhos... Não!!!!”
E a médica a direcionou a mim.
Chorava a mãe, que perdera seus dois únicos filhos: um de 21 anos e o outro de apenas 19. Ela passou mal e teve de ser dopada. Abracei-a e disse que o Senhor Jesus iria dar força a ela. Neste momento, nenhuma palavra é capaz de amenizar a dor. Então, orei em silêncio, para que o mesmo Espírito Santo que estava me confortando pela súbita perda do meu amado marido, que há um mês havia falecido, também a confortasse, e a abracei.
Não seria um simples abraço, mas teria de ser o abraço do próprio Deus. Esqueci a minha dor e senti a dor daquelas pessoas. Eu, graças a Deus, tenho o Espírito Santo, O que me consola; e essas pessoas, o que têm?
Como suportar? Pessoas saindo perplexas e desesperadas de dentro da sala onde os corpos estavam. Muitas passavam mal e desmaiavam.
Como pode? Um dia antes você vê suas filhas bem, alegres e, de um dia para o outro, as vê jogadas no chão, desfiguradas, já com o corpo esverdeado, e muitos outros corpos com o semblante horrível de se ver!
Passei o dia lá juntamente com a minha irmã, que faz a obra de Deus aqui em Santa Maria, e também com voluntários como pastores, obreiros, membros e integrantes do Força Jovem.
Foram muitas mães que tivemos de amparar. Mães que perderam seus únicos filhos; mães que estavam em choque – não tinha como não estarem...
Vários caixões passavam constantemente ao nosso lado.
Em uma sala improvisada, os próprios familiares vestiam e arrumavam as vítimas nos caixões. Tudo sem a menor privacidade. Todos nós tínhamos acesso àquele momento, e muitos nem se importavam, pois todos estavam unidos pela mesma dor.
O velório coletivo começou e a despedida foi dolorosa.
Uma mãe gritava: “Eu disse para a minha filha não ir à festa, mas ela não me ouviu... Se foi!”. Chorava desesperada, quase a ponto de enlouquecer. Só a abracei e chamei um médico para medicá-la.
Outra senhora, que há um mês perdera um filho em um acidente de carro, perdeu o único filho que restara na tragédia da Kiss. Imagine o desespero... Só vendo para entender. Sem falar de tantas outras mães que de igual modo sofriam.
Todos sofriam.
Lara, de 18 anos, chorava a perda do seu irmão: “Meu irmão... Não, meu Deus! Ele estava tão bem... Ai que dor!”
Ele estava na boate para comemorar a entrada no curso de publicidade, e nem se dava conta do fim trágico que teria.
Depois de um dia todo envolvidas com aquele drama, chegamos a nossa casa física e psicologicamente cansadas; mas, com a certeza de que fizemos o que o Senhor Jesus faria se estivesse em nosso lugar: “Consolando os que choravam.” Tudo, graças ao Espírito Consolador que habita dentro de nós.
No dia seguinte à tragédia, me reuni com as integrantes do grupo que também faço parte: o Godllywood, para que, juntas, fôssemos ao hospital dar apoio e passar fé para os familiares das vítimas que estão em estado grave, lutando para sobreviver, todos à espera de um milagre.
Dona Cris, mandei uma mensagem para a senhora dias após a morte do meu marido, e agradeço pelas palavras de fé que recebi. Vim para Santa Maria passar alguns dias na casa da minha irmã, que é esposa de pastor aqui na cidade. E, graças a Deus, pude dar o que de graça recebi de Deus, pois Ele tem me consolado todos os dias.
Esqueci a minha dor e pensei na dor imensa que aquelas famílias estavam vivendo. Agradeço por todos os ensinamentos e por fazer parte do grupo de Mulheres, que, por meio das reuniões e tarefas, me ensinam, entre outras coisas, a ser FORTE!
Beijos cheios de carinho e agradecimento para a senhora.