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sexta-feira, 26 de abril de 2013

O Segredo da Ausência de Medos



Todo mundo sabe que o medo faz parte do ser humano.
O rico tem medo de ficar pobre, e o pobre, de não ter condições de sustentar a família;
Os oprimidos têm medo do escuro, de alturas, de elevador, de não vencer etapas escolares, etc.;
Os saudáveis têm medo de ficar doente, e os doentes, medo de morrer;
Enfermos têm medo de não ficar curados;
Solteiras têm medo do confinamento da solidão;
Os religiosos têm medo de ir para o inferno;
Endividados têm medo de não honrar seus compromissos;
Os traíras têm medo de serem descobertos;
Malfeitores têm medo de serem presos;
Políticos têm medo de perder eleições.
Como vemos, de alguma forma, o medo está presente na vida de todos. Uns mais, outros menos.
Mas todos carregam tal sentimento.
Até mesmo os mais próximos de Deus tinham seus medos.
Abraão teve medo de ser morto por causa de sua mulher;
Com Isaque não foi diferente;
Jacó fugiu com medo de seu irmão Esaú;
Moisés fugiu do Egito com medo de Faraó;
Gideão temeu destruir o altar de seu pai durante o dia;
Davi teve coragem para enfrentar Golias, mas fugiu de seu filho Absalão;
O grande profeta Elias temeu as ameaças de Jezabel e fugiu para o deserto.
Em toda a história da humanidade, O Único que não teve medo foi Jesus. Enfrentou opositores e a morte sem esboçar qualquer receio. Por quê?
Porque estava cheio do Espírito Santo.
Estar cheio do Espírito de Deus significa estar vazio de medo.
Como é possível estar cheio do Espírito de Deus?
Quando a mente é 100% ocupada com os pensamentos de Deus, Sua Palavra.
Aí está a razão da ordem: "...enchei-vos do Espírito." Efésios 5.18
Cheio do Espírito significa ausência de toda e qualquer influência deste mundo.
Inclusive de seus medos, ameaças e terrores.

A Glória do Homem

Ninguém vai ao médico se não estiver doente;
Ninguém procura luz se não estiver no escuro;
Por mais intensa que seja a luz, não se resolve o problema do cego.
Por mais alto que seja o som, não se atende à necessidade do surdo…
Ninguém pode ser salvo se não se considerar perdido.
Ninguém conhece o SENHOR Deus por acaso.
Há de existir uma razão pela qual a criatura busque e encontre-O.
Jó era íntegro, reto, temente ao Senhor e se desviava do mal;
Atendia às exigências espirituais e morais que agradavam ao SENHOR.
Mas não O conhecia.
Foi necessária a permissão Divina para que o diabo o ferisse e criasse necessidade de conhecer a Grandeza do SENHOR, que Jó cria, mas não conhecia.
E esboçasse necessidade de Salvação.
O diabo ajudou o Senhor?
Não. Mas Deus aproveitou o mal para fazer o bem.
Os invejosos irmãos de José o venderam como escravo.
Intentaram o mal contra ele. Mas Deus o tornou em bem para salvar muita gente.
"Vós, na verdade, intentastes o mal contra mim; porém Deus o tornou em bem, para fazer, como vedes agora, que se conserve muita gente em vida." Gênesis 50.20
A estupidez satânica criou as condições necessárias para Jó conhecer a Deus.
Ele continua sendo estúpido.
Cria a mesma situação de desespero para a humanidade.
Mas esta tem desperdiçado a oportunidade de achar-se perdida para buscar Salvação.
Deus é o mesmo, o diabo é o mesmo e a humanidade é a mesma.
Deus continua querendo salvar e proporcionar vida de qualidade e eterna;
O diabo continua querendo matar, roubar e destruir;
O ser humano continua perdido nos seus dilemas físico-emocionais e esquece o espiritual.
"Assim diz o SENHOR: Não se glorie o sábio na sua sabedoria, nem o forte, na sua força, nem o rico, nas suas riquezas; mas o que se gloriar, glorie-se nisto: em Me conhecer e saber que Eu Sou o SENHOR e faço misericórdia, juízo e justiça na terra; porque destas coisas Me agrado, diz o SENHOR." Jeremias 9.23,24

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Atacando O Problema




Um sábio e um guardião dividiam a administração de um templo.
Certo dia, o guardião morreu e foi preciso substituí-lo.
O sábio reuniu todos os seus discípulos para escolher quem iria trabalhar diretamente ao seu lado.
– Vou apresentar-lhes um problema. – disse o sábio.
– Aquele que o resolver primeiro será o novo guardião do templo.
Terminando o seu curtíssimo discurso, colocou um banquinho no centro da sala. Em cima dele estava um vaso de porcelana caríssimo com rosas vermelhas enfeitando-o.
– Eis o problema. – disse o mestre.
Os discípulos contemplavam perplexos o que viam: os desenhos sofisticados e raros da porcelana, o frescor e a elegância das flores. O que representava aquilo? O que fazer? Qual seria o enigma?
Depois de alguns minutos, um dos discípulos levantou-se, olhou o mestre e os alunos a sua volta. Depois, caminhou resolutamente até o vaso e atirou-o no chão, destruindo-o.
– Você é o novo guardião! – disse o sábio ao aluno.
Assim que ele voltou ao seu lugar, explicou:
– Eu fui bem claro: disse que vocês estavam diante de um problema. Não importa quão belo e fascinante o problema seja, ele tem de ser eliminado. Um problema é um problema. Pode ser um vaso de porcelana muito raro, um lindo amor que já não faz mais sentido, um caminho que precisa ser abandonado, etc. Só existe uma maneira de lidar com um problema: atacando-o de frente e não se iludindo com sua aparência externa.
Assim somos nós diante dos desafios que nos são apresentados. Para alcançarmos os resultados temos que ir com todas as nossas forças contra eles.
Colaborou: Wilon Cardoso

De Onde Vem A Coragem Para O Suicídio




Quando vemos cenas de pessoas dando cabo de suas vidas, se lançando do alto de um prédio, jogando-se na frente de um automóvel, ou dando um tiro na cabeça, perguntamos como pode uma pessoa ter coragem para tomar tamanha e drástica atitude contra si própria.
As respostas são: problemas sem aparente solução como dívidas, perda de um grande amor, traições sofridas pelo cônjuge, enfim. Mas todas essas situações são argumentos usados por pessoas que pensam que ao terem sua alma separada do corpo (morte) entrarão em um ambiente de paz e de solução para seus respectivos problemas. No entanto, se enganam e, infelizmente, mergulham num abismo profundo onde seus novos problemas serão insolúveis e eternos.
“Logo ao desembarcar, veio da cidade ao seu encontro um homem possesso de demônios que, havia muito, não se vestia, nem habitava em casa alguma, porém vivia nos sepulcros.” Lucas 8.27
Observando as Escrituras Sagradas, vemos que, na verdade, a coragem de uma pessoa assassinar sua própria vida vem de um tormento insuportável colocado pelo diabo, que usa essas situações citadas acima.
O gadareno era um homem assim. Vivia nos sepulcros buscando um alívio; não se vestia, pois a agonia era tão grande que a própria roupa o incomodava; não habitava em casa; e vivia perambulando pelos caminhos. Não é assim que muitos vivem? Ou, quem sabe você, que está lendo agora esta mensagem, esteja vivendo esse momento?
“Porque Jesus ordenara ao espírito imundo que saísse do homem, pois muitas vezes se apoderara dele. E, embora procurassem conservá-lo preso com cadeias e grilhões, tudo despedaçava e era impelido pelo demônio para o deserto.” Lucas 8.29
A quantidade de demônios era tão grande que quando agoniavam aquele pobre homem, ele, alucinado, multiplicava suas forças, a ponto de despedaçar cadeias e grilhões.
Esses demônios o deixaram por ordem do Senhor Jesus e atacaram os porcos que pastavam próximo. Observe a atitude deles ao sofrerem o tormento do inferno em seus corpos.
“Tendo os demônios saído do homem, entraram nos porcos, e a manada precipitou-se despenhadeiro abaixo, para dentro do lago, e se afogou.” Lucas 8.33
Agora eu entendo a coragem de alguém desistir da vida, ferindo-a até a morte. Elas querem acabar com o tormento em que vivem, causado pelo diabo, achando que seu motivo é uma das situações citadas acima. Por isso você que se sente do mesmo jeito, com a mesma vontade de suicídio ou de morte, não é tarde para olhar para Deus e se entregar sem importa até onde foi, pode parar e voltar para trás Senhor.